A REPRESENTATIVIDADE DA MULHER ADVOGADA PRETA E PARDA NO SISTEMA JUDICIÁRIO BRASILEIRO
Resumo
O presente artigo tem origem no absentismo da representatividade da mulher preta e parda, enquanto Advogada no Sistema Judiciário Brasileiro, considerando as barreiras estruturais veladas e reais, que dificultam seu acesso a cargos de liderança e decisão. Com isso busca- se responder à seguinte questão: de que forma o racismo e o sexismo interagem para perpetuar a sub-representação das Advogadas pretas e pardas no Poder Judiciário? O objetivo é analisar como racismo e sexismo atuam na construção dessa sub-representação no Judiciário, expondo os desafios enfrentados, como são manifestados e identificando estratégias eficazes de combate. Optou-se pela utilização do método de pesquisa de abordagem qualitativa com revisão bibliográfica, esta realizada com base em autores clássicos e contemporâneos, que pesquisam sobre interseccionalidade, racismo estrutural e sexismo institucional, como Sueli Carneiro, Ângela Davis, Lélia Gonzalez, Kabemgele Munanga, Silvio Almeida, Nilma Lino Gomes e Flávia Piovesan.
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